|
||||
|
ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA DE PINDAMONHANGABA |
||||
|
ANO VI - N° 54 SETEMBRO/OUTUBRO 2008 |
|
||||||||
| EDITORIAL | |
|
Mensagem distribuída durante o Colégio de Inspetores no mês de setembro na cidade de Mogi das Cruzes.
Quanto Vale Seu Talento?
Um navio estava atracado, há dias, por conta de um grave defeito em suas caldeiras. Vários especialistas já tinham sido chamados, mas nenhum deles conseguiu encontrar o problema. Até que o capitão mandou vir, de uma cidade vizinha, um engenheiro muito conceituado pela extrema competência. O engenheiro chegou e, após escutar a descrição feita pelo capitão quanto aos problemas, fez algumas poucas perguntas e dirigiu-se à sala de máquinas. Olhou para o labirinto de tubos retorcidos, escutou o ruído surdo das caldeiras e o silvo do vapor que escapava, durante alguns instantes. Com as mãos apalpou alguns dos tubos. Depois, cantarolando suavemente só para si, procurou em seu avental alguma coisa e tirou de lá um pequeno martelo, com o qual bateu apenas uma vez numa válvula vermelha brilhante. Imediatamente, o sistema inteiro começou a trabalhar com perfeição e o engenheiro retornou à sua cidade. Quando o dono do navio recebeu uma conta de R$ 1000,00 queixou-se de que o engenheiro só havia ficado na sala de máquinas durante dez minutos e tinha dado uma marteladinha numa válvula. Pediu então uma conta discriminada dos serviços e o engenheiro assim o fez:
Total da conta – R$ 1000,00; Conserto com o martelo – R$ 0,50; Saber onde martelar – R$ 999,50
Valorizar nossos talentos é o primeiro passo para assegurar a auto-estima e o orgulho de nós mesmos. |
|
|
Outubro Dia 02 Arq. Francine Mühlbauer Guida Guimarães Dia 05 Eng. Plenomario de Andrade Sandim Filho Dia 12 Eng. Gilmar Bernardes Barbosa Dia 12 Eng. Luiz Henrique Soares Dia 13 Eng. José Ricardo Pereira de Morais Dia 15 Arq. Marcelo Leite Dia 21 Eng. Sidney Constante Dia 22 Eng. José Orlando da Silva Dia 26 Arq. Paulo Amadei Usier Dia 31 Arq. José Maurício Puppio Marcondes
NOVEMBRO Dia 01 Arq. Carlos Henrique do Amaral Dia 01 Arq. Paulo Marinho da Silva Neto Dia 05 Eng. José Carlos Costa Façanha Dia 05 Eng. Nivaldo Balarin Dia 09 Eng. Ernani Loberto Júnior Dia 11 Arq. Daniel Vilela Ribeiro Dia 12 Eng. Cácio Antonio Farah Dia 12 Eng. Marcos Campello de Souza Dia 18 Eng. José Francisco Arantes de Souza Dia 20 Eletrotécnico José Celso A. Terclavers Dia 26 Eng. Germano Miguel de Assis Dia 26 Eng. Nilson Estevão dos Santos Dia 30 Eng. Sérgio Clive Pereira Moreira |
|
|
No dia 02/07/08, o jornal americano The New York Times declarou que as metas de crescimento econômico do Brasil podem estar por um fio. A razão desta "ameaça" se deve ao empobrecimento de mão-de-obra qualificada. O jornal também acrescenta que isto poderia prejudicar "a ascensão política e econômica" do país no exterior. Segundo o vice-diretor da Escola Politécnica da Universidade de S.Paulo (Poli-USP),José Roberto Cardoso :” Na instituição, alunos do último ano precisam se decidir entre quatro ou cinco propostas de emprego. Os salários iniciais ficam próximos dos R$ 5 mil. No vestibular de 2008, nada menos que 10.160 estudantes disputaram as 750 vagas da Poli, um aumento de 37% com relação ao ano de 2007.” O resultado se repetiu no Centro Universitário da FEI, com 31% mais candidatos no exame de julho. Na Universidade de Brasília (UnB) e na Universidade Estadual Paulista (Unesp), o crescimento na procura por engenharia civil foi de 80% e 50%, respectivamente (O Est. de S.Paulo 27/07/08). O crescimento da economia valorizou a profissão de engenheiro. E com o empurrão do Programa de Crescimento Econômico ( PAC),o mercado de trabalho começou a sentir a falta desse profissional. Sendo o reflexo logo percebido nos últimos grandes vestibulares,onde a procura aumentou significativamente . Muito diferente do que ocorreu no final dos anos 70 e década de 80 , quando a profissão de engenheiro perdeu sua sustentação no mercado, motivo pelo qual muitos engenheiros migraram para outros ramos,como economistas administradores e professores. Comentário: Para os que estão prestes a se formar ou que pretendem seguir a carreira de engenheiro ou tecnólogo, o quadro está traçado, uma vez que o fenômeno da grande oferta atual de empregos não é uma bolha. Cabe agora saber aproveitar as oportunidades do mercado e garantir uma formação sólida, aliando prática à teoria, criatividade e capacitações diversificadas, afinal, as ofertas de emprego estão por toda parte, entretanto é preciso interpretá-las como algo mais que um simples “precisa-se de engenheiros”.. |
|
|
Legislação TÍTULO II Da Fiscalização do Exercício das Profissões CAPÍTULO I Dos Órgãos Fiscalizadores Art. 24 – A aplicação do que dispõe esta Lei, a verificação e a fiscalização do exercício e atividades das profissões nela reguladas serão exercidas por um Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA), e Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), organizados de forma a assegurarem unidade de ação. Art. 25 – Mantidos os já existentes, o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia promoverá a instalação, nos Estados, Distrito Federal e Territórios Federais, dos Conselhos Regionais necessários à execução desta Lei, podendo a ação de qualquer deles estender-se a mais de um Estado. Parágrafo 1º - A proposta de criação de novos Conselhos Regionais será feita pela maioria das entidades de classe e escolas ou faculdades com sede na nova Região, cabendo aos Conselhos atingidos pela iniciativa opinar e encaminhar a proposta à aprovação do Conselho Federal. Parágrafo 2º - Cada unidade da Federação só poderá ficar na jurisdição de um Conselho Regional. Parágrafo 3º - A sede dos Conselhos Regionais será no Distrito Federal, em capital de Estado ou de Território Federal. Na próxima edição continuaremos com o Capítulo II “Do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia”. |
|
|
Valor Residencial 1-000 até 070m² = R$ 2.121,90 2-071 até 100m² = R$ 3.207,94 3-101 até 120m² = R$ 4.265,00 4-121 até 150m² = R$ 5.299,60 5-151 até 200m² = R$ 8.050,60 6-201 até 250m² = R$ 9.709,03
Valor Comercial 1-000 até 070m² = R$ 3.207,94 2-071 até 100m² = R$ 4.265,00 3-101 até 120m² = R$ 5.299,60 4-121 até 150m² = R$ 6.292,75 5-151 até 200m² = R$ 6.960,60 6-201 até 250m² = R$ 9.709,03
OBS.:Salientamos que a cobrança abaixo dos valores desta tabela, configura falta de ética
Tabela de Honorários para Legalização 1-000 até 100m² = R$ 1.228,40 2-101 até 120m² = R$ 1.838,33 3-121 até 150m² = R$ 2.536,75 4-151 até 200m² = R$ 3.063,51 5-201 até 250m² = R$ 4.630,79 |
|
|
Órgão Informativo Bimestral da APEAAP |
|