Setembro / Outubro 2008

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Eleição da diretoria da ASPMP para o quadriênio 2009/2012 Dança de salão, country, forró e até dança árabe
Número de chapas inscritas é recorde comparando-se às últimas eleições Informática
AS BORBOLETAS Sala do advogado
Só rindo! Carteirinhas do clube de campo
Chalés no clube de campo  

EXPEDIENTE

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Eleição da diretoria da ASPMP para o quadriênio 2009/2012

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Fundada em 24 de outubro de l967 pelo professor Orlando Pires, a  ASPMP – Associação dos Servidores Públicos Municipais de Pindamonhangaba, entidade de fins não econômicos e declarada de utilidade pública pela lei nº 1.377, de dezembro de 1973, realiza neste 28 de setembro sua 18ª eleição de diretoria.  Seis chapas  – ver página 3 – concorrerão à eleição da diretoria que assumirá o próximo quadriênio.  O voto não é obrigatório, mas é importante que os associados façam o esforço de não faltar à votação. Votando, estarão expressando uma opinião democrática, uma escolha, a preferência por determinados candidatos: aqueles que serão responsáveis pelos destinos da Associação nos próximos quatros anos.  

Aos candidatos, é importante relembrar aqui os artigos 3º e 4º do Capítulo II, que tratam, respectivamente, dos objetivos e das atividades da ASPMP 

ARTIGO 3º- A presente As-sociação tem como finalidade:

a)         Representar perante as autori-dades administrativas e judiciais os interesses individuais dos as-sociados relativos exclusivamen-te aos interesses da classe, bem como os interesses coletivos refe-rentes à proteção ao meio am-biente, ao consumidor, à ordem econômica ou ao patrimônio ar-tístico, estético, histórico, turísti-co e paisagístico;

b)         Colaborar com os órgãos pú-blicos municipais, para estudos e solução de problemas que se rela-cionam com a classe, firmar con-vênios de interesse da entidade;

c)         Pugnar junto aos órgãos pú-blicos municipais, sempre que oportuno, pelas vantagens da classe, no sentido de garantir aos seus associados os meios indis-pensáveis a uma existência con-digna;

d)         Amparar os legítimos interes-ses dos associados perante os po-deres públicos e quaisquer ações às entidades de direito público;

e)         Prestar assistência social, compreendendo principalmente serviços médicos hospitalares aos associados e seus dependen-tes legais, mediante convênios. 

ARTIGO 4º - São atividades da presente Associação:

a)         Colaborar junto aos órgãos públicos municipais sempre que houver interesse dos seus as-sociados e de forma geral para uma melhor convivência social;

b)         Fiscalizar, através de sua dire-toria, os atos emanados pela Pre-feitura, referentes à classe dos servidores públicos municipais;

c)         Buscar permanentemente junto ao Prefeito Municipal en-tendimento para toda a pendência disciplinar que porventura aconteça com servidores associa-dos, contribuindo para que se faça justiça;

d)         Prestar orientação e defender na esfera administrativa ou judi-ciária os direitos assegurados ao servidor municipal, por todas as normas jurídicas, especialmente por este estatuto;

e)         Promover serviços de utilida-de para seus associados e seus dependentes legais tais como: Assistência Médica, Hospitalar e Odontológica, firmando para tanto convênios com o Poder Pú-blico, comércio e outras entida-des especializadas, desde que re-munerado pelo associado;

f)          Oferecer serviços a seus as-sociados, cuja remuneração, se houver, será destinada à manu-tenção da própria Associação;

g)         Impor contribuições a todos os associados, as quais serão des-tinadas à manutenção da As-sociação. 

Ainda sobre a votação, são  oportunas as informações contidas no artigo 41 do capítulo que trata das Eleições: 

“A votação será realizada em local de propriedade da Associação, indicado pelo presidente, e a apuração dos votos se realizará imediata-mente ao término da mesma, por uma comissão especial-mente nomeada para este fim pelo presidente dentre os as-sociados com mais de 05 (cinco) anos de filiação.”

   

Número de chapas inscritas é recorde comparando-se às últimas eleições

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Confira as seis chapas concorrentes e os associados que as compõem 

CHAPA 01

 

Presidente:

Ronaldo Carlos de Souza

 

Vice:

Rosangela M. de Carvalho

 

1º Tesoureiro:

Ana Rosa Garufe

 

2º Tesoureiro:

Roberto Sávio da Silva

 

1º Secretário:

Renata Cristina S. Gonçalves

 

2º Secretario:

Dulcinéia Pacheco

            CHAPA 02

 

Presidente:

Leila Regina Saquetti

 

Vice:

Claudinei S. Duarte dos Santos

 

1º Tesoureiro:

Frederico do Rosário Ribeiro

 

2º Tesoureiro:

Fábio Rodrigues Costa

 

1º Secretário:

Conceição Ap. de Almeida

 

2º Secretário:

Renato Pedroso da Mota         CHAPA 03

 

Presidente:

Luiz Carlos Cardoso

 

Vice:

Manoel Pereira dos Santos

 

1º Tesoureiro:

Amauri José da Silva

 

2º Tesoureiro:

Miriam Gonçalves de Oliveira

 

1º Secretário:

Maisa Rocha

 

2º Secretário:

Benedicto Valtemir Cardoso

CHAPA 04

 

Presidente:

Valdemir Antônio dos Santos

 

Vice:

Moacir de Oliveira

 

1º Tesoureiro:

Kelly Barbieri Júnior

 

2º Tesoureiro:

Orlando Pereira da Silva

 

1º Secretário:

João Carlos Chinaqui

 

2º Secretário:

Antônio Djalma dos Reis

            CHAPA 05

 

Presidente:

Paulo Augusto Antunes

 

Vice:

Luiz Gonzaga Lemes

 

1º Tesoureiro:

Alaíde Claro dos S. Moreira

 

2º Tesoureiro:

Wagner Leite Ferraz

 

1º Secretário:

Silvana Ap. Gregório Santos

 

2º Secretário:

Juarez Teodoro            CHAPA 06

 

Presidente:

Vicente Corrêa da Silva

 

Vice:

Tereza do Carmo Silva

 

1º Tesoureiro:

Rafael Lamana

 

2º Tesoureiro:

Solange C. Freire Passos

 

1º Secretário:

Sidnei Carlos Pessoti

 

2º Secretário:

Maria José Otacílio

   

AS BORBOLETAS

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Nina e Nani, as borboletas gê-meas, parecidíssimas nas feições e modos, só parecidas, não iguais, a Nina tinha as asinhas azuis e a Nani, vermelhas, não se continham de tan-ta alegria e expectativa. Aliás, ali no Jardim Encantado vivia-se um clima de ansiedade e muita animação, na-quela primavera realizariam os 1º Jo-gos dos Insetos. As competições es-portivas seriam disputadas entre es-pécimes da mesma espécie. Os gri-los, por exemplo, competiriam em salto de distância e altura. As formi-gas no carregamento de peso com barreira. As libélulas, do vôo livre com paradinhas no ar, venceria a me-lhor apresentação. Seriam diversas as modalidades e cada inseto atleta se inscreveria na qual melhor pudes-se demonstrar suas habilidades.

Nina e Nani haviam se inscrito na modalidade borboleteamento 5X5, na qual as borboletas seriam distribuídas em dois grupos e dispu-tariam uma com a outra em provas eliminatórias. A largada seria no ve-lho tronco do ipê. De lá, as competi-doras voariam até primeira flor, pou-sariam sobre ela e , após um gracioso abrir e fechar de asas por cinco vezes consecutivas, voariam até a  segunda flor e repetiriam o procedimento. As-sim, sucessivamente, até completa-rem as cinco flores: begônia real, cravo vermelho, orquídea de prata, lírio-do-vale e rosa-do-campo.

A competição exigia graça, beleza e um bom preparo físico e as borboletinhas queriam chegar à prova final. Durante os dias que antecederam a abertura dos jogos foi só treinamento. Era um tal de revoar, cintilando cores num incansável ir e vir, que a primavera daquele ano até foi mais colorida, mais cheia de vida.

E chegou o grande dia... Logo depois do desfile dos insetos atletas, começou a competição. Dona Cigar-ra apitou o início das provas. Mestre Gafanhoto, o árbitro, estava atento e as torcidas irriquietas.

Veio a prova do borboletea-mento 5X5. No sorteio, Nina e Nani haviam caído em grupos diferentes e, como já se previa, ambas se clas-sificaram para a final. Teriam que disputar entre si. Apenas uma delas sairia dali com o troféude campeã...

A disputa final começou com uma ligeira vantagem para Nina, a de asa azul. Nani, a de asa vermelha, se recuperou logo em seguida. Havia igualdade na garra e nos sentimentos das competidoras. Embora o con-fronto entre as irmãs estivesse pre-visto a partir do momento em que elas haviam se inscrito nos jogos, aquela disputa esportiva havia colo-cado frente a frente  duas borboletas que viviam lado a lado, em comu-nhão. Não que fossem um exemplo de combinação nos gostos, vontades e desejos. Tinham lá as suas diver-gências, suas diferenças. No entanto, amavam-se. Uma era tudo de bom para a outra. Estava justamente aí o motivo da maior dificuldade daquela competição. Uma não queria magoar a outra. Era preciso vencer a si mesma para vencer a... adversária!

À medida em que se aproxima-va o final da competição, Nina e Nani cresciam na essência, no ser... O embate entre a razão e a emoção era tão equilibrado quanto o desem-penho de cada uma no calor da dis-puta esportiva.

Ninguém imaginava que aquela prova fosse  terminar da maneira que terminou. Nani levantou vôo sem antes ter completado os cinco abrir e fechar de asas do regulamento. Aten-to, imparcial e soberano, mestre Ga-fanhoto, o árbitro, registrou a pena-lidade. Como até ali estavam empa-tadas, Nina completou a prova e foi declarada vencedora!

No Jardim Encantado as torci-das foram ao delírio. Era uma ovação só. De um lado, os torcedores de Nina a aplaudiam; do outro, os in-conformados com a atitude de Nani a criticavam. Onde já se viu, entregar o jogo. Competição era competição. Não tinha essa de altruísmo, de re-núncia porque o adversário era a ir-mã. Mesmo porque diante da Mãe Natureza eram todos irmãos, inde-pendentemente da espécime ou cor.

Havia, entretanto, outras consi-derações a respeito do acontecimen-to . Havia quem fosse da opinião de que Nina levara o trófeu de campeã, mas que nenhuma delas saía der-rotada daquela competição. Nani vencera ao desapegar-se do desejo de ser campeã para favorecer a irmã. Nina vencera ao completar e por  ter completado a prova. Poderia tam-bém ter desistido. Não haveria ven-cedoras, seriam ambas desclassifi-cadas e de nada teria valido a nobre iniciativa de Nani. Mas aceitara ser a vencedora da competição, o que, na-quelas circunstâncias, fora também um gesto de nobreza, um gesto de humildade...

   

Só rindo!

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Padre Eduardo Serradel (Salesiano de Dom Bosco) 

A barata

- Numa reunião, Manoel disse: 

- Senhores, eu vou lhes provar que a barata escuta pelas pernas.

Tirou uma barata da caixinha, colocou na mesa e  falou:

- Vamos, ande.

Aí, é claro, a barata andou. Repetiu isso por duas ou três vezes. Por fim, arrancou as pernas da barata e ordenou:

– Vamos, ande!

Nada aconteceu. Satisfeito, ele disse:

- Senhores, está provado, a barata escutava pelas pernas. 

Bêbados

Num bar, altas horas da noite, dois 

bêbados conversavam:

- E... e... e... eu vou pra casa!

- E... e... eu também vou.  Tô cansado, esgotado.

- On... on... onde você mora?

- Eu? Eu? Na rua Bento, 33...

- Não, você não mora lá, não. Lá quem mora sou eu.

- Moro sim, você vai ver.

- E lá se foram cambaleando pelas ruas. Chegando no tal endereço, eles bateram. Uma senhora veio abrir a porta e falou:

- Vergonha! Que vergonha. Pai e filho bêbados!! 

O caminho do céu

Um novo vigário chega a uma cidade e pergunta a um garoto:

-Você sabe me ensinar o caminho para chegar até a igreja?

O garoto responde

- O senhor vá andando e a duas quadras vire.

O padre agradece e e faz o convite:

- Domingo quero ver você lá na igreja. Eu vou ensinar o caminho do céu!

E o garoto:

- Mas padre, se o senhor não sabe nem o caminho da igreja, como vai ensinar o caminho de céu?!! 

São Benedito

Era festa de São Benedito na cidade.  O vigário, para al-moçar sozinho e também em respeito e atenção aos fiéis, mandou colocar a imagem do santo fora da igreja e fechou as portas. 

Pelas 9 horas chega um fiel trazendo um bode:

- São Benedito, a igreja tá fechada mas ainda bem que o Senhor está aqui fora. Trouxe o bode que prometi para alcan-çar a graça.

Como não obtém resposta, ele insiste:

- Ô São Benedito, receba aí o bode que lhe trouxe.

Nada de resposta. Então ele amarra o bode na imagem e vai embora.

Pouco depois, começam a soltar rojões na cidade e o bode, espantado, sai correndo... arrastando a imagem. Quando passa pelo caboclo pagador de promessa, este desabafa:

-Tá vendo São Benedito,  o senhor não quis receber o bode e agora corre atrás dele! 

Faltava o burro

O bonde estava cheio. Antes de entrar, um gaiato foi até o condutor e  fez a piadinha:

- Papai Noé, sua arca está cheia?

E o condutor respondeu:

- Não, ainda está vago o lugar do burro.  Pode entrar.

   

Chalés no clube de campo

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Ainda este ano deverão ser concluídas as obras de construção de três chalés no clube de campo. Já contamos com quiosques, cozinha com fogão a lenha, churrasqueiras, locais para se banhar no ribeirão, quadra de futebol society, quadra de futsal, bancos estrategicamente distribuídos pelo local etc.  Aos poucos, o patrimônio destinado ao lazer do associado vai se transformando em  um dos mais bem estruturados clubes do gênero.

   

Dança de salão, country, forró e até dança árabe

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Participe das aulas de dança que são reali-zadas no salão de festas do Clube da Associação (Par-que das Nações) com a profes-sora Júlia Mar-garete. O ho-rário é sempre das 19 às 21 horas e os dias da semana são: segunda-feira,  dança de salão para iniciantes; terça-feira,  forró universitário e country; quarta-feira, dança de salão para iniciantes; quinta-feira,  dança de salão para intermediários. E como novidade, teremos aula de dança árabe com a professora Rafaela Barros,  às segundas e  quartas-feiras, das 19 às 21 horas. Informa-mos aos associa-dos residentes em  Moreira Cesar que estamos pro-videnciando um local para realizar as aulas de dança no distrito, aguardem. Mais infor-mações, 3642-6822.

   

Informática

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Duas turmas concluem o curso de informática que a Associação ministra em uma das salas do prédio onde se encontra instalada sua sede administrativa (rua (Mare-chal Deodoro). Uma turma ainda neste mês de setembro e a outra em novembro. O referido curso tem sido muito procurado por associados e população em geral, levando-se em conta que atualmente aprender informática é uma necessidade. Informações, fone 3642-6822.

   

Sala do advogado

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A Associação agora também disponibilizou em seu prédio, uma sala para o advogado atender àqueles que necessitarem de ser-viços jurídicos. Foi mais uma medida visando facilitar o acesso dos as-sociados aos serviços que a Associação oferece.

   

Carteirinhas do clube de campo

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Não será mais permitida a entrada no clube de campo sem apresentação da carteirinha. Se você ainda não foi buscar a sua na sede administrativa da Associação, o faça o mais breve possível.

   
EXPEDIENTE

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Editor : Altair Fernandes Carvalho - MTB 23340
Digitação e Editoração: CMC MUTIMÍDIA
Tiragem: 1500 exemplares
Impressão: Conecta Gráfica Editora - (12) 3621-93455