Setembro / Outubro 2008
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Fundada em 24 de outubro de l967 pelo professor Orlando Pires, a ASPMP – Associação dos Servidores Públicos Municipais de Pindamonhangaba, entidade de fins não econômicos e declarada de utilidade pública pela lei nº 1.377, de dezembro de 1973, realiza neste 28 de setembro sua 18ª eleição de diretoria. Seis chapas – ver página 3 – concorrerão à eleição da diretoria que assumirá o próximo quadriênio. O voto não é obrigatório, mas é importante que os associados façam o esforço de não faltar à votação. Votando, estarão expressando uma opinião democrática, uma escolha, a preferência por determinados candidatos: aqueles que serão responsáveis pelos destinos da Associação nos próximos quatros anos.
Aos candidatos, é importante relembrar aqui os artigos 3º e 4º do Capítulo II, que tratam, respectivamente, dos objetivos e das atividades da ASPMP
ARTIGO 3º- A presente As-sociação tem como finalidade:
a) Representar perante as autori-dades administrativas e judiciais os interesses individuais dos as-sociados relativos exclusivamen-te aos interesses da classe, bem como os interesses coletivos refe-rentes à proteção ao meio am-biente, ao consumidor, à ordem econômica ou ao patrimônio ar-tístico, estético, histórico, turísti-co e paisagístico;
b) Colaborar com os órgãos pú-blicos municipais, para estudos e solução de problemas que se rela-cionam com a classe, firmar con-vênios de interesse da entidade;
c) Pugnar junto aos órgãos pú-blicos municipais, sempre que oportuno, pelas vantagens da classe, no sentido de garantir aos seus associados os meios indis-pensáveis a uma existência con-digna;
d) Amparar os legítimos interes-ses dos associados perante os po-deres públicos e quaisquer ações às entidades de direito público;
e) Prestar assistência social, compreendendo principalmente serviços médicos hospitalares aos associados e seus dependen-tes legais, mediante convênios.
ARTIGO 4º - São atividades da presente Associação:
a) Colaborar junto aos órgãos públicos municipais sempre que houver interesse dos seus as-sociados e de forma geral para uma melhor convivência social;
b) Fiscalizar, através de sua dire-toria, os atos emanados pela Pre-feitura, referentes à classe dos servidores públicos municipais;
c) Buscar permanentemente junto ao Prefeito Municipal en-tendimento para toda a pendência disciplinar que porventura aconteça com servidores associa-dos, contribuindo para que se faça justiça;
d) Prestar orientação e defender na esfera administrativa ou judi-ciária os direitos assegurados ao servidor municipal, por todas as normas jurídicas, especialmente por este estatuto;
e) Promover serviços de utilida-de para seus associados e seus dependentes legais tais como: Assistência Médica, Hospitalar e Odontológica, firmando para tanto convênios com o Poder Pú-blico, comércio e outras entida-des especializadas, desde que re-munerado pelo associado;
f) Oferecer serviços a seus as-sociados, cuja remuneração, se houver, será destinada à manu-tenção da própria Associação;
g) Impor contribuições a todos os associados, as quais serão des-tinadas à manutenção da As-sociação.
Ainda sobre a votação, são oportunas as informações contidas no artigo 41 do capítulo que trata das Eleições:
“A votação será realizada em local de propriedade da Associação, indicado pelo presidente, e a apuração dos votos se realizará imediata-mente ao término da mesma, por uma comissão especial-mente nomeada para este fim pelo presidente dentre os as-sociados com mais de 05 (cinco) anos de filiação.”
Número de chapas inscritas é recorde comparando-se às últimas eleições
Confira as seis chapas concorrentes e os associados que as compõem
CHAPA 01
Presidente:
Ronaldo Carlos de Souza
Vice:
Rosangela M. de Carvalho
1º Tesoureiro:
Ana Rosa Garufe
2º Tesoureiro:
Roberto Sávio da Silva
1º Secretário:
Renata Cristina S. Gonçalves
2º Secretario:
Dulcinéia Pacheco
CHAPA 02
Presidente:
Leila Regina Saquetti
Vice:
Claudinei S. Duarte dos Santos
1º Tesoureiro:
Frederico do Rosário Ribeiro
2º Tesoureiro:
Fábio Rodrigues Costa
1º Secretário:
Conceição Ap. de Almeida
2º Secretário:
Renato Pedroso da Mota CHAPA 03
Presidente:
Luiz Carlos Cardoso
Vice:
Manoel Pereira dos Santos
1º Tesoureiro:
Amauri José da Silva
2º Tesoureiro:
Miriam Gonçalves de Oliveira
1º Secretário:
Maisa Rocha
2º Secretário:
Benedicto Valtemir Cardoso
CHAPA 04
Presidente:
Valdemir Antônio dos Santos
Vice:
Moacir de Oliveira
1º Tesoureiro:
Kelly Barbieri Júnior
2º Tesoureiro:
Orlando Pereira da Silva
1º Secretário:
João Carlos Chinaqui
2º Secretário:
Antônio Djalma dos Reis
CHAPA 05
Presidente:
Paulo Augusto Antunes
Vice:
Luiz Gonzaga Lemes
1º Tesoureiro:
Alaíde Claro dos S. Moreira
2º Tesoureiro:
Wagner Leite Ferraz
1º Secretário:
Silvana Ap. Gregório Santos
2º Secretário:
Juarez Teodoro CHAPA 06
Presidente:
Vicente Corrêa da Silva
Vice:
Tereza do Carmo Silva
1º Tesoureiro:
Rafael Lamana
2º Tesoureiro:
Solange C. Freire Passos
1º Secretário:
Sidnei Carlos Pessoti
2º Secretário:
Maria José Otacílio
Nina e Nani, as borboletas gê-meas, parecidíssimas nas feições e modos, só parecidas, não iguais, a Nina tinha as asinhas azuis e a Nani, vermelhas, não se continham de tan-ta alegria e expectativa. Aliás, ali no Jardim Encantado vivia-se um clima de ansiedade e muita animação, na-quela primavera realizariam os 1º Jo-gos dos Insetos. As competições es-portivas seriam disputadas entre es-pécimes da mesma espécie. Os gri-los, por exemplo, competiriam em salto de distância e altura. As formi-gas no carregamento de peso com barreira. As libélulas, do vôo livre com paradinhas no ar, venceria a me-lhor apresentação. Seriam diversas as modalidades e cada inseto atleta se inscreveria na qual melhor pudes-se demonstrar suas habilidades.
Nina e Nani haviam se inscrito na modalidade borboleteamento 5X5, na qual as borboletas seriam distribuídas em dois grupos e dispu-tariam uma com a outra em provas eliminatórias. A largada seria no ve-lho tronco do ipê. De lá, as competi-doras voariam até primeira flor, pou-sariam sobre ela e , após um gracioso abrir e fechar de asas por cinco vezes consecutivas, voariam até a segunda flor e repetiriam o procedimento. As-sim, sucessivamente, até completa-rem as cinco flores: begônia real, cravo vermelho, orquídea de prata, lírio-do-vale e rosa-do-campo.
A competição exigia graça, beleza e um bom preparo físico e as borboletinhas queriam chegar à prova final. Durante os dias que antecederam a abertura dos jogos foi só treinamento. Era um tal de revoar, cintilando cores num incansável ir e vir, que a primavera daquele ano até foi mais colorida, mais cheia de vida.
E chegou o grande dia... Logo depois do desfile dos insetos atletas, começou a competição. Dona Cigar-ra apitou o início das provas. Mestre Gafanhoto, o árbitro, estava atento e as torcidas irriquietas.
Veio a prova do borboletea-mento 5X5. No sorteio, Nina e Nani haviam caído em grupos diferentes e, como já se previa, ambas se clas-sificaram para a final. Teriam que disputar entre si. Apenas uma delas sairia dali com o troféude campeã...
A disputa final começou com uma ligeira vantagem para Nina, a de asa azul. Nani, a de asa vermelha, se recuperou logo em seguida. Havia igualdade na garra e nos sentimentos das competidoras. Embora o con-fronto entre as irmãs estivesse pre-visto a partir do momento em que elas haviam se inscrito nos jogos, aquela disputa esportiva havia colo-cado frente a frente duas borboletas que viviam lado a lado, em comu-nhão. Não que fossem um exemplo de combinação nos gostos, vontades e desejos. Tinham lá as suas diver-gências, suas diferenças. No entanto, amavam-se. Uma era tudo de bom para a outra. Estava justamente aí o motivo da maior dificuldade daquela competição. Uma não queria magoar a outra. Era preciso vencer a si mesma para vencer a... adversária!
À medida em que se aproxima-va o final da competição, Nina e Nani cresciam na essência, no ser... O embate entre a razão e a emoção era tão equilibrado quanto o desem-penho de cada uma no calor da dis-puta esportiva.
Ninguém imaginava que aquela prova fosse terminar da maneira que terminou. Nani levantou vôo sem antes ter completado os cinco abrir e fechar de asas do regulamento. Aten-to, imparcial e soberano, mestre Ga-fanhoto, o árbitro, registrou a pena-lidade. Como até ali estavam empa-tadas, Nina completou a prova e foi declarada vencedora!
No Jardim Encantado as torci-das foram ao delírio. Era uma ovação só. De um lado, os torcedores de Nina a aplaudiam; do outro, os in-conformados com a atitude de Nani a criticavam. Onde já se viu, entregar o jogo. Competição era competição. Não tinha essa de altruísmo, de re-núncia porque o adversário era a ir-mã. Mesmo porque diante da Mãe Natureza eram todos irmãos, inde-pendentemente da espécime ou cor.
Havia, entretanto, outras consi-derações a respeito do acontecimen-to . Havia quem fosse da opinião de que Nina levara o trófeu de campeã, mas que nenhuma delas saía der-rotada daquela competição. Nani vencera ao desapegar-se do desejo de ser campeã para favorecer a irmã. Nina vencera ao completar e por ter completado a prova. Poderia tam-bém ter desistido. Não haveria ven-cedoras, seriam ambas desclassifi-cadas e de nada teria valido a nobre iniciativa de Nani. Mas aceitara ser a vencedora da competição, o que, na-quelas circunstâncias, fora também um gesto de nobreza, um gesto de humildade...
Padre Eduardo Serradel (Salesiano de Dom Bosco)
A barata
- Numa reunião, Manoel disse:
- Senhores, eu vou lhes provar que a barata escuta pelas pernas.
Tirou uma barata da caixinha, colocou na mesa e falou:
- Vamos, ande.
Aí, é claro, a barata andou. Repetiu isso por duas ou três vezes. Por fim, arrancou as pernas da barata e ordenou:
– Vamos, ande!
Nada aconteceu. Satisfeito, ele disse:
- Senhores, está provado, a barata escutava pelas pernas.
Bêbados
Num bar, altas horas da noite, dois
bêbados conversavam:
- E... e... e... eu vou pra casa!
- E... e... eu também vou. Tô cansado, esgotado.
- On... on... onde você mora?
- Eu? Eu? Na rua Bento, 33...
- Não, você não mora lá, não. Lá quem mora sou eu.
- Moro sim, você vai ver.
- E lá se foram cambaleando pelas ruas. Chegando no tal endereço, eles bateram. Uma senhora veio abrir a porta e falou:
- Vergonha! Que vergonha. Pai e filho bêbados!!
O caminho do céu
Um novo vigário chega a uma cidade e pergunta a um garoto:
-Você sabe me ensinar o caminho para chegar até a igreja?
O garoto responde
- O senhor vá andando e a duas quadras vire.
O padre agradece e e faz o convite:
- Domingo quero ver você lá na igreja. Eu vou ensinar o caminho do céu!
E o garoto:
- Mas padre, se o senhor não sabe nem o caminho da igreja, como vai ensinar o caminho de céu?!!
São Benedito
Era festa de São Benedito na cidade. O vigário, para al-moçar sozinho e também em respeito e atenção aos fiéis, mandou colocar a imagem do santo fora da igreja e fechou as portas.
Pelas 9 horas chega um fiel trazendo um bode:
- São Benedito, a igreja tá fechada mas ainda bem que o Senhor está aqui fora. Trouxe o bode que prometi para alcan-çar a graça.
Como não obtém resposta, ele insiste:
- Ô São Benedito, receba aí o bode que lhe trouxe.
Nada de resposta. Então ele amarra o bode na imagem e vai embora.
Pouco depois, começam a soltar rojões na cidade e o bode, espantado, sai correndo... arrastando a imagem. Quando passa pelo caboclo pagador de promessa, este desabafa:
-Tá vendo São Benedito, o senhor não quis receber o bode e agora corre atrás dele!
Faltava o burro
O bonde estava cheio. Antes de entrar, um gaiato foi até o condutor e fez a piadinha:
- Papai Noé, sua arca está cheia?
E o condutor respondeu:
- Não, ainda está vago o lugar do burro. Pode entrar.
Ainda este ano deverão ser concluídas as obras de construção de três chalés no clube de campo. Já contamos com quiosques, cozinha com fogão a lenha, churrasqueiras, locais para se banhar no ribeirão, quadra de futebol society, quadra de futsal, bancos estrategicamente distribuídos pelo local etc. Aos poucos, o patrimônio destinado ao lazer do associado vai se transformando em um dos mais bem estruturados clubes do gênero.
Participe das aulas de dança que são reali-zadas no salão de festas do Clube da Associação (Par-que das Nações) com a profes-sora Júlia Mar-garete. O ho-rário é sempre das 19 às 21 horas e os dias da semana são: segunda-feira, dança de salão para iniciantes; terça-feira, forró universitário e country; quarta-feira, dança de salão para iniciantes; quinta-feira, dança de salão para intermediários. E como novidade, teremos aula de dança árabe com a professora Rafaela Barros, às segundas e quartas-feiras, das 19 às 21 horas. Informa-mos aos associa-dos residentes em Moreira Cesar que estamos pro-videnciando um local para realizar as aulas de dança no distrito, aguardem. Mais infor-mações, 3642-6822.
Duas turmas concluem o curso de informática que a Associação ministra em uma das salas do prédio onde se encontra instalada sua sede administrativa (rua (Mare-chal Deodoro). Uma turma ainda neste mês de setembro e a outra em novembro. O referido curso tem sido muito procurado por associados e população em geral, levando-se em conta que atualmente aprender informática é uma necessidade. Informações, fone 3642-6822.
A Associação agora também disponibilizou em seu prédio, uma sala para o advogado atender àqueles que necessitarem de ser-viços jurídicos. Foi mais uma medida visando facilitar o acesso dos as-sociados aos serviços que a Associação oferece.
Não será mais permitida a entrada no clube de campo sem apresentação da carteirinha. Se você ainda não foi buscar a sua na sede administrativa da Associação, o faça o mais breve possível.
EXPEDIENTE Editor : Altair Fernandes Carvalho - MTB 23340
Digitação e Editoração: CMC MUTIMÍDIA
Tiragem: 1500 exemplares
Impressão: Conecta Gráfica Editora - (12) 3621-93455