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A Embraer entrega hoje um jato Legacy 650 para o renomado artista chinês Jackie Chan, na sede da Empresa em São José dos Campos. Pintado com o logotipo personalizado de um dragão, esta é a primeira aeronave do modelo entregue na China e traz a esperança de um promissor Ano do Dragão, recém-iniciado.
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| Jato executivo da categoria Legacy 650 será o parceiro de trabalho ideal de Jackie em todo o mundo |
Jackie Chan, embaixador da marca Embraer, ajudará a Empresa na promoção de toda a linha de jatos executivos, não somente no mercado chinês, que cresce rapidamente, mas em todo o mundo. “Esta entrega marca um momento histórico para a Embraer, pois solidifica um longo e bem-sucedido relacionamento entre a Empresa e a China”, disse Ernest Edwards, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Executiva. “A entrega do primeiro Legacy 650 na China para Jackie Chan, artista de cinema mundialmente reconhecido, empresário e filantropo, demonstra como a moderna tecnologia, conforto e produtividade desta aeronave possibilitam a operadores na China viajarem pelo mundo com maior eficiência e comodidade.”
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“Escolhi o Legacy 650 devido às características da espaçosa cabine com três regiões, que fornece um incrível desempenho, baixo nível de ruído e luxo”, disse Jackie Chan. “Tenho a honra de fazer parte da família de usuários do Legacy 650. A Embraer está se esforçando ao máximo para se tornar um dos principais fabricantes no mercado chinês de aviação executiva e apoiando o meu trabalho como embaixador da marca desta grande Empresa.”
O alcance do Legacy 650 é de 7.223 km (3.900 milhas náuticas), transportando quatro passageiros nas condições NBAA IFR, o que possibilita vôos sem escalas entre Beijing e Dubai (Emirados Árabes Unidos) ou entre Hong Kong e Adelaide (Austrália). A cabine de pilotagem de última geração inclui aviônicos Honeywell Primus Elite™, reduzindo bastante a carga de trabalho do piloto e aumentando a segurança. Com três regiões distintas de cabine, o Legacy 650 é o único jato da sua categoria com este nível de conforto. Tecnologia avançada Wi-Fi e ruído de cabine significativamente reduzido permitem ao Legacy 650 garantir um ambiente no qual os passageiros podem trabalhar ou descansar. O avião possui ainda uma cozinha (galley) totalmente equipada e o maior compartimento de bagagem acessível em vôo, característica pela qual a Embraer é reconhecida.
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Tecnologia moderna, desempenho excepcional e luxo e design inteligentes tornaram o Legacy 650 uma aeronave premiada, tendo recebido os prêmios “O melhor dos melhores” (“Best of the Best”) na categoria large de jatos executivos pela Robb Report em 2011. No ano seguinte, conquistou o prêmio “O melhor dos melhores” (“Best of the Best”) da revista Hurun, uma das mais reconhecidas autoridades no mapeamento do rápido crescimento dos indivíduos mais ricos da China.
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Além da entrega para Jackie Chan, a Embraer recebeu 13 encomendas para o Legacy 650 da Minsheng Financial Leasing Co, Ltd, da China, uma das empresas de leasing de jatos executivos líderes no país. Após uma década de muito esforço desde a entrada neste segmento, em 2001, os jatos executivos da Embraer são hoje reconhecidos por terem uma das melhores marcas no mercado de aviação executiva mundial. A Embraer é a única fabricante a oferecer uma linha completa de jatos executivos, desde a categoria entry level até a ultra-large, que são bem recebidos por clientes em todo o mundo.
Sobre Jackie Chan
Nascido em Hong Kong, China, Jackie Chan, é um artista e filantropo de renome mundial. Ao longo das últimas décadas, a dedicação de Jackie ao cinema tornou-o conhecido internacionalmente, com inúmeros filmes de sucesso na China e em outros países.
Ele é hoje mundialmente reconhecido como o mais influente artista de cinema de kung fu chinês. Nos últimos anos, Jackie Chan mudou o foco da sua atuação para causas relacionadas à caridade, dedicando seu tempo livre a crianças, idosos e pessoas necessitadas. Como reconhecimento pelas suas contribuições sociais, Jackie foi premiado por diversas instituições públicas, incluindo “uma das 48 pessoas mais filantrópicas na Ásia” da revista Forbes Ásia, em 2010, e nomeado Embaixador Internacional da Boa Vontade pela UNICEF/UNAIDS, em 2004. Para melhor apoiar suas ações sociais, Jackie criou a Fundação de Caridade Jackie Chan, a Fundação Coração do Dragão e a Fundação Beijing de Caridade Jackie Chan em 1988, 2004 e 2008, respectivamente. Como um dos cidadãos chineses mais conhecidos no mundo, Jackie Chan também tem compromisso com a promoção da cultura chinesa ao redor do mundo. Jackie foi nomeado Embaixador da Boa Vontade para os Jogos Olímpicos de 2008, em Beijnig, e Embaixador Promocional para a Shanghai World Expo 2010.
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Após várias negociações, e considerando o grande desenvolvimento do seu comércio, Pindamonhangaba deve receber em breve um complexo sociocultural do Serviço Nacional do Comércio – Senac . O anúncio veio nesta semana, por meio de encontro entre o prefeito João Ribeiro, a vice-prefeita Miryan Alckmin e autoridades empresariais, entre elas, o presidente do Sincomércio de Pindamonhangaba, Antonio Cozzi Junior.
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As obras da escola municipal do Loteamento Liberdade, no distrito de Moreira César, estão entrando em fase de finalização. A unidade, depois de pronta, atenderá cerca de 500 alunos da região.
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O programa Diálogo Franco reapresenta neste próximo domingo (05) a entrevista gravada no dia 30 de outubro de 2011 como o médico psiquiatra dr. Marco Antonio Vitti.
A apresentação é de Carlos Marcondes. O programa vai ao ar a partir das 09h00 da manhã, pela TV Band Vale.
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É grande a expectativa para mais um carnaval em Guaratinguetá, e a procura por ingressos aumenta a cada ano. De acordo com a Secretaria de Turismo e Lazer de Guaratinguetá, os ingressos para o Carnaval 2012 estarão à venda nos dias 16 e 17 de fevereiro na Caixa Econômica Federal, agência do centro, a partir das 08h00.
Arquibancadas setor A têm o valor de R$ 20,00 (vinte reais) e as do setor B serão vendidas a R$ 10,00 (dez reais). O sorteio dos camarotes será no dia 9 de fevereiro, com a distribuição das senhas a partir das 20h00, no Auditório do Museu Frei Galvão. Cada camarote custará R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais).
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O oportunismo político sempre rondou a área do Pinheirinho. Agora ele cresce inconsequentemente, agredindo ainda mais a dignidade social. Está ativa a disputa interesseira dos incompetentes. A praga política municipal e estadual, acuada pela opinião pública e pela mídia, não mede esforços para se justificar e se isentar dos horrores e da violência que cometeu, estabelecidos na desocupação da área por mando da Justiça. As autoridades responsáveis diretas querem se safar do problema que criaram, por incompetência política generalizada. Todas persistem em sustentar atitude arrogante, intransigente e prepotente na defesa e manutenção dos seus interesses próprios, não necessariamente dos daqueles que deveriam merecer, acima de tudo, amparo, respeito e dignidade. O caos, antes contido e restrito à área de conflito, está generalizado. As manifestações populares, com apoio além das fronteiras municipais, são visíveis e praticamente diárias. Defendem os injustiçados, exigem do governo o que ele não faz e deixam os políticos de saia justa. Submetem-nos ao vexame que são. Os defensores dos direitos humanos, com autoridade e com farto registro documental, levam adiante justificadas acusações contra o poder público e o judiciário. O mundo toma conhecimento. A incompetência dos governos municipal e estadual, os principais responsáveis pelo desequilíbrio social e violência no Pinheirinho e fora dele, procuram desesperadamente seus bodes expiatórios. Tentam, tardiamente diante do conflito, impor medidas paliativas e assistencialmente desastradas que estão a estabelecer mais incertezas que certezas, mais complicadores que soluções, mais manobras políticas que atos coerentes e ágeis.
Agência FAPESP – A FAPESP e o Museu da Universidade de Heidelberg inauguraram nesta quinta-feira (02/02), em Heidelberg, na Alemanha, a exposição Brazilian Nature – Mystery and Destiny (“Natureza Brasileira – Mistério e Destino”), que aborda o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira.
Promovida em parceria com o Jardim Botânico e a Biblioteca da Universidade de Heidelberg, a exposição será aberta ao público nesta sexta-feira (03/02) e poderá ser visitada até o dia 29 de junho.
A mostra tem como referência principal a Flora Brasiliensis, obra do botânico alemão Carl Philipp von Martius (1794-1868), que mesmo 171 anos após ter seu primeiro volume publicado permanece como o mais completo levantamento da flora brasileira.
Com reproduções de imagens, ilustrações e textos explicativos, os 37 painéis que compõem a exposição foram concebidos com base nos dados provenientes de três projetos apoiados pela FAPESP: a Flora Brasiliensis On-line e Revisitada, a Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo e o programa BIOTA-FAPESP.
Representantes dos três projetos auxiliaram na compilação do conteúdo da mostra, que já foi apresentada com sucesso no Museu do Jardim Botânico de Berlim, em 2008, na Haus der Wissenschaft, em Bremen, em 2009, na Universidade de Leipzig e no Woodrow Wilson Center (Washington), em 2011.
A cerimônia de inauguração da exposição contou com a participação do diretor do Museu da Universidade de Heidelberg, Matthias Untermann, do diretor do Jardim Botânico, Marcus Koch, e do professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), Luciano Martins Verdade, membro da coordenação do Programa BIOTA-FAPESP.
Durante a cerimônia, Untermann destacou a alta qualidade da exposição, que reflete a excelência da produção científica brasileira no campo da biodiversidade. “Agradecemos à FAPESP pela iniciativa dessa exposição, que apresenta uma visão tão bela e interessante da biodiversidade brasileira”, disse.
O diretor do museu ressaltou também um caráter particular da exposição. “Embora seja uma exposição itinerante que tem sido apresentada em outros locais da Alemanha, em Heidelberg ela ganhou um aspecto especial. Foi agregada a ela a apresentação de alguns volumes originais do Flora Brasiliensis de Martius, fazendo uma ponte com a história”, destacou.
Koch, que é professor catedrático na área de Biologia da Universidade de Heidelberg, disse que a exposição não apenas reflete a imensa diversidade de organismos no Brasil, mas também a qualidade da pesquisa na área de biodiversidade.
“É notável observar a ampla gama de diferentes organismos estudados, indicando a originalidade e a qualidade da pesquisa brasileira sobre biodiversidade, que reflete o caráter único da natureza do país”, disse à Agência FAPESP.
Segundo ele, a diversidade biológica é um tema central nos dois países. “Na Alemanha, tivemos grandes perdas de biodiversidade com a destruição de ecossistemas como pântanos, várzeas e florestas. Assim, foram desenvolvidas estratégias nacionais de conservação, restauração e desenvolvimento da biodiversidade. Por outro lado, a biodiversidade brasileira tem um papel fundamental no funcionamento do ecossistema global. Por isso o debate sobre a biodiversidade é central nos dois países”, disse.
Verdade apresentou uma palestra sobre o papel da FAPESP e, em particular, do programa BIOTA no levantamento da biodiversidade e na formação de recursos humanos para gerenciá-la.
“Esse gerenciamento atualmente inclui não apenas o levantamento em si, mas também ações necessárias à conservação das espécies ameaçadas, ao uso sustentável das espécies com potencial econômico, ao controle de espécies danosas e ao monitoramento das demais. Isso também inclui a necessidade de transformação do conhecimento gerado em política pública”, afirmou.
Segundo ele, o BIOTA-FAPESP tem alcançado resultados expressivos em todos esses aspectos. Mas os desafios são crescentes, de forma especial no gerenciamento dos inúmeros e inevitáveis conflitos entre a produção de espécies domésticas e a conservação de espécies silvestres.
“Isso impõe a necessidade da contínua geração de riquezas pela agricultura no contexto da conservação da biodiversidade e vice-versa: a conservação da biodiversidade no contexto da produção agrícola”, disse Verdade.
Exposição em três vertentes
O projeto da Flora Brasiliensis On-line e Revisitada, que corresponde à primeira parte da exposição, representa uma continuidade ao trabalho de Martius, que teve seu último volume publicado depois da morte do autor, em 1906.
Em 2006, o projeto disponibilizou na internet a versão integral da obra de Martius, com 10.207 páginas com os textos das descrições das quase 23 mil espécies e as quase 4 mil ilustrações. O Flora Brasiliensis On-line e Revisitada inclui a atualização da nomenclatura utilizada no trabalho original de Martius e a inclusão de espécies descritas depois de sua publicação, com novas informações e ilustrações recentes.
O trabalho foi financiado por uma parceria entre FAPESP, Fundação Vitae e Natura Cosméticos e executado pelo Centro de Referência em Informação Ambiental (Cria), pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pelo Jardim Botânico de Missouri, nos Estados Unidos. O Flora Brasiliensis On-line está disponível em http://florabrasiliensis.cria.org.br .
A segunda parte da exposição remete ao projeto Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo, iniciado em 1993 com a participação de mais de 200 pesquisadores. O projeto reúne pesquisadores da USP, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Universidade Estadual Paulista (Unesp), dos institutos Botânico, Florestal e Agronômico e do Departamento de Parques e Áreas Verdes da Prefeitura de São Paulo. Pesquisadores da Embrapa, de outros estados brasileiros e de outros países também contribuem.
O terceiro elemento da exposição ultrapassa os limites da botânica e aborda a biodiversidade de forma mais geral, correspondendo ao programa BIOTA-FAPESP, cujos resultados têm sido aplicados como instrumento de preservação ambiental no território paulista.
Os painéis digitalizados da exposição Brazilian Nature podem ser vistos, com legendas em português, inglês e alemão, no endereço www.fapesp.br/publicacoes/braziliannature
Agência FAPESP – O Instituto de Psiquiatria (IPq), do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), dispõe de vagas para participação de pacientes voluntários em diferentes grupos de pesquisa, nos quais também serão oferecidos tratamentos.
Entre as pesquisas, estão incluídos os temas “Ciúme patológico”, “Memória e envelhecimento”, “Fobia de exame de ressonância magnética” e “Transtorno bipolar”.
Segundo o IPq, “Ciúme patológico” está aberto a homens de 18 a 60 anos, que mantenham um relacionamento heterossexual há mais de quatro meses e que apresentem ciúme excessivo – especificamente aquele ciúme direcionado ao parceiro amoroso e que esteja prejudicando o relacionamento do casal. Não serão aceitos voluntários com sintomas psicóticos e usuários de drogas. Inscrições pelo e-mail proamiti.secretaria@gmail.com.
A pesquisa “Memória e envelhecimento” aceita voluntários de três faixas etárias: de 18 a 25 anos, de 40 a 55 anos e de 65 a 75 anos. Devem ter ensino superior completo ou incompleto e o estudo visa entender o impacto da idade no funcionamento cerebral e na memória.
Os participantes passarão por duas avaliações que incluem entrevista com o médico e exame de ressonância magnética. Para participar é necessário: ser destro, não apresentar problemas neurológicos, transtornos mentais ou psiquiátricos, não ter problemas com uso de álcool ou outras drogas, não fumar, não ter claustrofobia e não ter objetos metálicos no corpo. Inscrições e informações: pesquisacerebro@gmail.com.
“Fobia de exame de ressonância magnética” está aberto a homens e mulheres de 18 a 60 anos que tenham dificuldade ou recusa em realizar exame de ressonância magnética (fobia de espaços fechados), para participar de estudo no qual será oferecido tratamento baseado em novo modelo de terapia comportamental. Inscrições e informações: tratamentofobia@gmail.com.
O estudo “Transtorno bipolar” aceita voluntários de ambos os sexos de 18 a 35 anos, com suspeita de transtorno afetivo bipolar (apresentando sintomas como depressão, mania ou estado misto), sem tratamento psiquiátrico prévio e sem história de uso de drogas. Os interessados devem residir em São Paulo e as inscrições para triagem são feitas pelo e-mail href="mailto:projetobipolar@gmail.com">projetobipolar@gmail.com.
Mais informações: www.ipqhc.org.br
Agência FAPESP – Uma nova pesquisa publicada na revista The Lancet aponta que a malária é responsável pela morte de 1,2 milhão de pessoas ao ano em todo o mundo, quase o dobro do que se estimava anteriormente.
Outra conclusão é que, apesar de se achar que a doença infecciosa mata basicamente crianças pequenas, o estudo mostra que quase metade das mortes (42%) foi em crianças mais velhas e em adultos.
A boa notícia é que as intervenções adotadas na última década para tentar conter a transmissão têm contribuído para diminuir a mortalidade da malária.
Destacado no editorial da The Lancet, o estudo foi coordenado pelo professor Christopher Murray, da Universidade de Washington, em Seattle, Estados Unidos, cuja equipe coletou dados disponíveis sobre a doença de 1980 a 2010.
O resultado de 1,2 milhão de mortes para 2010 é quase duas vezes o total descrito no World Malaria Report 2011, divulgado em dezembro pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que estimou em 655 mil o total de óbitos no ano atribuídos à doença.
A nova pesquisa verificou que de 1980 a 2010 o total de mortes aumentou de 1 milhão em 1980 para o máximo de 1,8 milhão em 2005. O aumento se deve, segundo os autores, à elevação na mortalidade e no aumento da população com risco de ser contaminada.
Apesar do número elevado, o 1,2 milhão de mortes em 2010 representam uma queda de 32% desde 2004. A situação é mais crítica na África, com 700 mil mortes pela doença em crianças com menos de 5 anos em 2010. Mas os adultos têm sido muito atingidos. O estudo indica que um terço das mortes atribuídas à malária em 2010 ocorreu em adultos.
Na comparação com o relatório da OMS, o estudo indica 1,3 vez mais mortes por crianças com menos de 5 anos e 8,1 vezes mais para crianças mais velhas na África e 1,8 vez a mais para pessoas de todas as idades no resto do mundo.
“Aprendemos nas escolas de medicina que pessoas expostas à malária enquanto crianças desenvolvem imunidade e raramente morrem por causa da doença quando crescem. Mas verificamos em registros de hospitais, de óbitos e de outras fontes que analisamos que a situação é outra”, disse Murray.
De acordo com a OMS, causada por cinco espécies de parasita do gênero Plasmodium que afetam humanos, a malária devida ao P. falciparum é a mais letal e predomina na África. De acordo com a organização, 91% das mortes em 2010 devidas à doença ocorreram no continente africano.
O artigo Global malaria mortality between 1980 and 2010: a systematic analysis (Lancet 2012; 379: 413–3), de Christopher Murray e outros, pode ser lido por assinantes da The Lancet em www.thelancet.com.