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Mú, o berço da humanidade
10/05/2008 - 11h34

Mú, o berço da humanidade

18/03/2008 - 16h45

Onde era o mundo perdido?
Restos de cidades no fundo do mar
Quem construiu os moais?
E os abandonou ainda em produção?

Ocimar Barbosa

A civilização na América não é tão recente como acreditamos e nada mais distante que denominá-la “novo mundo”, bem como a Austrália de “novíssimo continente”. Uma ruptura geológica, e catastrófica causou a destruição de uma grande civilização, talvez a mãe de todas as demais humanidades que já existiram no planeta, segundo informações que surgem em número cada vez maior de registros encontrados. O fato teria ocorrido em um processo que durou de 100 mil anos e essa pátria-mãe tem um nome: Continente de Mú.

Devido a um processo geológico (como acontece atualmente com a falha de Saint Andréas na Califórnia que ameaça as cidades de Los Ângeles e San Francisco), vulcões e terremotos gigantescos foram destruindo a grande civilização até que em um determinado período, todo o império desapareceu.

Desde os tempos das grandes navegações, os europeus traçavam planos em busca das lendárias terras “dos telhados de ouro”, que ficavam à oeste pelo Atlântico. Quando chegaram em Açores, em 1492, uma estátua eqüestre com estranhas inscrições surpreendeu os navegadores, porque no obelisco, um cavaleiro de estranhas vestimentas apontava com o dedo indicador para o Leste, ou seja, onde seria encontrada a América.

As inscrições nunca chegaram a ser decifradas porque o Rei de Portugal mandou recolher a estátua para estudos, mas ela se desintegrou e assim, perdeu-se um inestimável relíquia da humanidade.


Berço da civilização

O continente perdido de Mú está presente em inscrições feitas na pedra, esquecidas durante séculos no interior de um templo indiano, bem como em sua abóboda. Um coronel do exército britânico, o inglês James Churchward recebeu como missão decifrar a história dessa primeira civilização.

J. Churchward teria deixado escapar que havia aprendido uma língua morta com um sacerdote hindú. Esse dialeto, de nome nagamaia, já havia desaparecido há milhares de anos e o tal sacerdote, também havia falado da criação do mundo e das primeiras civilizações que povoaram a Terra, tudo através de inscrições de tabuetas, denominadas Tábuas de Naacal.

Foi através dessas inscrições que teria sido revelado pelo sacerdote sobre o povo denominado Uighur que havia desenvolvido um grande império de nome Mú, sob a religiosidade de um Deus único. Referida deidade era dividida em sete universos, cada um deles sendo governado por uma das Sete Inteligências Universais, que eram observadas pelas Leis de um Único Deus Celestial.

Criado a partir da imagem de Narayana, parece ser a origem comum de todas as crenças, onde várias delas, em especial, a raça negra, cultua um deus único dividido em 7 linhas de vibração.

Devido ao abandono das Leis Universais, Narayana, uma das Sete Inteligências que governam os universos, resolveu punir os povoadores do planeta com uma grande catástrofe, permitindo, no entanto, que alguns dos seres sobrevivessem e migrassem para outras regiões, criando assim outras futuras civilizações.

Onde ficava Mu?

Churchward fez o estudo pormenorizado dos registros e revelou ao mundo um povo que floresceu em um grande continente dentro do Oceano Pacífico, mas que criou colônias em todas as Américas e também na índia, África e Europa.

Segundo os relatos em pedra, o lendário império  foi destruído em um grande cataclismo há cerca 25 mil anos. James Churchward  trabalhou durante 50 anos de sua vida e levantou dados incríveis desse continente perdido, cujo legado nos leva a uma única e quase indiscutível hipóteses: todos os povos e todas as civilizações que se tem notícia tiveram uma origem comum que é o Continente de Mu.

O continente abrangia quase a metade do Oceano Pacífico e sua história remonta o Jardim do Édem, há 200 mil anos. Assim, Mu seria o berço da civilização, de onde surgiriam as colônias que depois passaram a representar o império Atlântida no Oceano Atlântico e Rama na Índia e Lemúria em um continente que existiu onde hoje é a Indonésia, Malásia, até a Austrália e um grande império onde hoje é o Deserto de Gobi, na Ásia.

As inscrições, de acordo com o inglês que as decifrou, revelavam sua localização: um pouco abaixo da Linha do Equador, cuja extensão era de 9.600 quilômetros de Leste a Oeste e 5.000 quilômetros de Norte a Sul. A causa da destruição teria sido um grande terremoto que dizimou quase todos os 64 milhões de habitantes de Mu.

Como não poderia deixar de ser, houve muita controvérsia e a ciência combateu as informações colhidas por Churchward, como ainda acontece.
Também tem os que não aceitam a hipóteses de Mu ter existido no Oceano Pacífico, mas indicam que o lendário continente seja o mesmo que conhecemos como Gondwana, ou seja, o super-continente inicial que depois foi se separando, criando os atuais.
com Austrália e ilhas polinésias. Geralmente confunde-se o mito de Mu com a Lemúria, todas hipotéticas também.

Os mesmos relatos

Em qualquer vestígios ou relatos de tribos, as lendas coincidem e as descobertas também. Paralelos podem ser traçados através de culturas existentes em vários locais do mundo onde cientistas chegam às mesmas descobertas.

Índia, Egito, Mesopotâmia, América do Sul, quando não são estatuetas, tabuletas, ou estranhos sinais em pedras, são menires e estátuas gigantes esculpidas na pedra, desafiando a ciência contemporânea. O que há de provável é que todos os vestígios tem uma mesma fonte: Mu.

Em Ahuizoctla, México, o cientista norte-americano Willian Niven achou em 1921, cerca de 2.500 tábuas de terra cozida, que estão hoje no Museu Smithsonian e no Instituto Carnegie de Washington. Esse achado foi decifrado também por James Churchward que nela encontrou os mesmos caracteres das Tábuas de Naacal.

Descobertos há 3.500 anos aproximadamente, os manuscritos dos Códigos Maias também falam de um povo avançado que desapareceu durante uma catástrofe. Os relatos dizem sobre um país que remonta milhares de anos, antes que fosse desenvolvida e destruída a Atlântida. Muito antes do chamado Dilúvio Universal.

Com seus gigantescos moais, que chegam a 12 metros de altura, a Ilha de Páscoa, segundo os estudiosos, pode ser um dos poucos vestígios que testemunham ter sido o local, o resto do que foi o grande continente de Mu.  As grandes estátuas de Rappa Nui intrigam os cientistas que não sabem explicar como foram produzidas, carregadas, nem pra que foram feitas.

”A história da destruição de Mu foi escrita pelos Maias do Iucatão, pelos egípcios, pelos Hititas, Caldeus, Vighures e, mais tarde, copiada pelos hebreus, que chamavam Mu o Jardim do Éden, em sua lenda bíblica.”
James Churchward  

 


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